Confira as perguntas e as respostas
Enviado em 22/10/2024 às 19:42 por: Bárbara / Amélia Rodrigues - BA
Olá Bárbara, que bacana saber disso. Não posso colocar meu telefone aqui mas coloco meu e-mail através do qual podemos nos comunicar. ernestojr@me.com
Enviado em 22/10/2024 às 13:01 por: MARCIO BELTRAO DE CARVALHO / Picos - PI
Marcio, naquela época viajávamos bastante e fazíamos uma profusão de shows rodando muito todo o Brasil. Não consigo me lembrar mas sei que deve ter sido muito bom. Seja muito feliz, obrigado pela pergunta.
Enviado em 22/10/2024 às 08:45 por: Brunna Pedroza "Andrade" / Natal - RN
Bru, não tenho a menor condição de relembrar aquela noite maravilhosa e não me emocionar. Eu havia saído da primeira internação de 6 meses do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo em outubro do ano anterior 2013. Na época, ainda havia na mídia uma série de reportagens a meu respeito, a grande maioria fake news pois aproveitaram a minha situação no hospital para atrair curiosos e audiência. Inventaram, portanto, muitas mentiras como "Netinho está com câncer no fígado" (eu nunca tive câncer), entre outras barbaridades apenas para ganharem audiência. Um blogueiro de São Paulo chegou a afirmar no seu blog que eu havia morrido. Completa falta de responsabilidade já que o Hospital emitia boletins diários com a verdade sobre meu tratamento e recuperação. Como muitos jornais e blogueiros afirmavam naquele momento que eu jamais voltaria a cantar, eu decidi voltar a morar no Rui de Janeiro, onde morei em 2012, e montei um show completo de 3h de duração. Montei banda, escrevi o roteiro, escolhi um grupo enorme de bailarinos, etc. e ensaiamos durante muitos meses. Eu queria fazer um show grande no Rio de Janeiro para avisar a mídia que eu voltaria a canta em breve e acabar com as fake news que eram divulgadas em profusão. Na época eu ainda sofria de tontura e enjoos muito fortes e sentia um peso enorme na cabeça. Ainda assim, fiz tudo.
O show aconteceu no imenso Metropolitan, no Rio, e atraiu fãs e amigos meus de todo o Brasil. Eu chorei praticamente todo o show pois cada rosto reconhecia na platéia me emocionava. Mesmo assim consegui cantar tudo e no final eu montei uma banda de fanfarra que subiu no palco tocando, desceu do palco para a platéia se misturando ao público, e os levou até o estacionamento do Metropolitan. Foi lindíssimo e no final fiquei por mais de uma hora no camarim recebendo nas e amigos, torando fotos e dando autógrafos até que passei mal e tive que ser levado de volta ao Hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
Imagine a profusão de emoções que passou por meu coração e por minha mente desde o início do show até o tempo que fiquei no camarim. Foi lindíssimo e agradeço eternamente a todos os meus queridos que foram lá. Te amo!
Enviado em 22/10/2024 às 07:18 por: Eva Cristina / Santa Bárbara - MG
Não Eva. Nesse momento, acabei de abrir a minha agenda para shows no pré-carnaval, carnaval e ressaca do carnaval 2025. Vá acompanhando as minha redes sociais e verá os shows à medida que forem sendo contratados.
Enviado em 21/10/2024 às 20:29 por: Danniel Montenegro / Natal - RN
Danniel, que pergunta interessante. Vou lhe dizer como enxergo o assunto: Eu fiz parte de todo o começo do Axé Music, fui um dos responsáveis pelo boom do Axé pelo Brasil e pelo mundo e sigo até hoje mantendo a minha originalidade musical e o estilo musical. Estive, portando, dentro do que se chama de Axé Music.
Entendo que o Axé Music morreu há muito tempo. Entendo que ele vive hoje nos meus shows e nos shows de poucos artistas baianos que viveram aquela época e que ainda estão vivos e atuando fiéis à essência original do Axé. Quando formos daqui, ninguém mais ouvirá em shows o Axé original, o Axé RAIZ.
O axé que se faz desde 2012, sobretudo, não é Axé de verdade. É uma corruptela do Axé original e que engana muita gente que "come gato por lebre", essa é a. verdade.
Respondendo a sua segunda pergunta. O Axé nunca foi igual ao Sertanejo, por exemplo, onde os artistas da antiga, os seus grandes artistas, inteligentemente souberam promover novos artistas sertanejos. Isso foi no início pois hoje o estilo também se perdeu promovendo uma música sertaneja fria, triste, enjoada, sem estilo e cheia de vozes muito feias. Falo sem citar qualquer artista. O Axé não teve essa inteligência emocional e isso se deve aos antigos empresários dos anos 80 e 90 que pensavam apenas em si e no seu, nunca holisticamente em relação ao estilo Axé Music. Deu no que deu, destruíram o Axé original. Pra você ter uma ideia, houve um fato nos 90, e isso é público, que um empresário pagou rádios para não tocarem músicas de uma cantora solo que havia deixado de ser a cantora da banda do seu Bloco. Imagine. Isso, muitos não sabem, foi o Axé Music: cada um por si e Deus por todos, apesarem de alguns na midia tentarem ROMANTIZAR a história do axé apagando da história da Bahia a falta de Inteligência Emocional que muitos empresários e artistas do Axé nunca tiveram.
Há muito mais que eu poderia relatar aqui mas ficaria um texto gigante. E eu não posso mentir pois estive dentro do Axé e vi tudo.
Enviado em 21/10/2024 às 12:20 por: Rejane Monteiro / Natal - RN
Rejane, para seu entendimento, o Carnatal sempre teve donos. Nunca pertenceram aos artistas que fizeram o seu brilho lá na época dos 90 e 2000. E quem decidia e decide que artistas cantavam e cantam no Carnatal são seus donos e não os artistas. Entendeu?
Veja bem, a marca Bikoka me pertence e sempre fiz ótimas parcerias com meu amigo potiguar o empresário André de Paula mas para que retornemos atualmente o Bloco Bikoka ao Carnatal, DEPENDE da nossa vontade, minha e dele, e o PRINCIPAL, da vontade dos donos atuais do Carnatal. Quem MANDA no Carnatal são os donos atuais do Carnatal. Entendeu?
Enviado em 21/10/2024 às 09:53 por: Kaline / Aracaju - SE
Kaline, saiba que meu sentimento por você é o mesmo que você tem em relação a mim. Foco muito feliz por saber que seu filho Ramon, meu querido, fica feliz quando ouve e dança as músicas que gravei. Por conhecer você e seu filho e por saber do seu amor e cuidado por ele, fico ainda mais feliz! Obrigado!
Enviado em 21/10/2024 às 08:03 por: GLÁUCIA INÊS MARQUES DOS SANTOS MACHADO / Aracaju - SE
Gláucia, muito obrigado por seu carinho e dedicação por tanto tempo. Estamos juntos. Há um sonho que nunca esqueço e o contei apenas para poucas pessoas mas vou contar aqui, atendendo ao seu pedido. Há muitas décadas, eu ainda cantava com a Banda Beijo, sonhei que cantava num show que acontecia no céu. Estávamos todos em meio às nuvens, um lugar muito lindo onde reconheci muitos fãs que já tinha na época, e no final do show eu cantava "Vem me dar um Beijo" e todos, muito felizes, se abraçavam comemorando o momento. Acordei no meio da noite logo após aquele sonho e amanheci o dia sem dormir mais, emocionado como estava.
Enviado em 21/10/2024 às 00:33 por: Jane Schmidt / Natal - RN
Jane, já passei por muitas situações divertidíssimas em trios elétricos. Cantar em trio elétrico, pra mim, além de ser um trabalho que requer minha total atenção e responsabilidade, são momentos com os quais me divirto muito. Vou te contar um deles: por muitos anos, puxando blocos no carnaval de Salvador, no percurso que passava pelo Campo Grande, Av. Sete e Av. Carlos Gomes até o quartel dos Aflitos, em certo trecho da Av. Sete, de um lado da rua em janelas e marquises dos prédios ficava torcedores do Esporte clube Bahia. Do outro lado, em frente, ficava torcedores do Esporte Clube Vitória. Havia bandeiras e tudo mais de cada lado. Por ser torcedor do Bahia, eu já chegava cantando o Hino do Bahia no trio elétrico. Revolta completa do outro lado da rua. Quando abanava, perguntava: tem algum torcedor do Vitória no bloco que quer subir aqui para cantar o Hino do Vitória? Minha banda tocava os dois hinos. A í virava tudo uma grande festa quando o torcedor subia pra cantar. Inesquecíveis momentos.
Enviado em 20/10/2024 às 22:24 por: Neuma / Lauro de Freitas - BA
Minha irmã querida, saiba que te amo muito e, assim como você, honro a vida e a história do nosso pai, Ernesto. Amo estar e conversar com você. Sempre fui uma pessoa disciplinada em muitas coisas. Escola, universidade, trabalho. Credito a isso à minha capacidade de conseguir realizar tarefas não muito agradáveis como a musculação. Não agradável mas imensamente benéfica para qualquer ser humano. Quando guri, fui traquino e não tinha disciplina pra nada mas minha mãe Ivanise, a vida e seus acontecimentos foram me educando. Então, eu também sinto preguiça e vontade de estar sempre em uma zona de conforto, mas a consciência do que me faz bem me leva a realizar tarefas bem difíceis. Quando acordo com preguiça, por exemplo, sempre penso em como estarei amanhã sem minha atividade física diária. Então me levanto e vou. É exatamente o que você citou: "Levanta-te e anda!".
Um beijo e saudade!
Enviado em 20/10/2024 às 20:45 por: jozeane barroso / Feira de Santana - BA
Jozeane, tudo bem? Os meus planos são para o carnaval como um todo, sempre! Há muitos anos eu tenho cantado por todo o Brasil no carnaval. Espero algum dia poder fazer uma puxada de trio elétrico no carnaval se Salvador, mas isso não depende só de mim, saiba!
Enviado em 20/10/2024 às 20:03 por: Grazielle Sena / Belo Horizonte - MG
Olá Grazielle, obrigado. Por muitos anos mantive em casa um grande quarto onde eu guardava todos os presentes que recebia dos meus fãs. Aconteceu que, durante o ano que passei internado no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, algum familiar meu, não sei quem foi nem por que, foi em minha casa e a arrumou à minha revelia. Nessa arrumação, deram fim a todos os presentes que eu tinha guardados e dados a mim por meus fãs. Desde então, guardo presentes que recebo de fãs que já se tornaram amigos queridos no meu gabinete em casa. Ninguém entra lá e esse presentes ficarão comigo para toda a minha vida.